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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Pavê de Biscoito Wafer

Gosto muito de brincar com o biscoito wafer, ele é delicioso, nessa receitinha de limão Aqui, também usei. Mas vamos a tortinha de chocolate wafer.
  • Creme Branco: 1 lata(s) de leite condensado,1 1/2 lata(s) de leite, 2 unidade(s) de gema de ovo, 1 colher(es) (sopa) de amido de milho, 1 colher(es) (sopa) de margarina.
Creme de chocolate: Chartilly (em caixa - siga as instruções) misturado delicadamente com 200 g de chocolate  amargo, derretido 

Arrume no refratário as camadas ->  biscoito Wafer (sabor chocolate) - creme Branco - biscoito wafer - creme de chocolate. Assim por diante...
Hum...deliciaaaaaaaa..
Pode também arrumar nas tacinhas individuais com os biscoitos amassado vai ficar linda sua mesa. Por cima, Raspas de chocolate.
E agora vai um vídeo deliciosamente doce que minha amiga estrelinha Vera Garcia mandou para mim no Facebook e eu agora compartilho com vocês!! 
Dê pause no som do Blog e mergulhe nessa linda melodia...Lá,lá,lá...
"...Agua da Fonte - não custa nada.
O pôr-do-sol - não custa nada...
Vento no rosto - não custa nada...
eu descobri que as coisas boas da vida são de graça -  não custam nada...lá,lá..."

Beijinho Doce!!
Ótimo Fim de Semana!!

sábado, 11 de agosto de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

Liberdade, água,vento,sol,sal...e poesia!

"Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade."

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

"Um fim de mar colore os horizontes."
 (Manoel Barros)

Obs: Dê pause no som do blog...e ouça essa linda declaração...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Resgate!

Este quadro é um dos meus preferidos aqui em casa, ele mostra uma mulher com o seio de fora, mas na minha visão, não vejo vulgaridade e sim feminilidade e sensualidade!!!
Obra de um dos pintores de Recife, o trabalho dele é rico em detalhes, presença marcante, no quadro, existe a sensação do real ao ver o colar delicado no pescoço dela, os olhos brilhantes , o lenço vermelho, o cabelo...tudo muito perfeito, em foto não mostra a realidade, risos, sou babona e amo as obras de Cysneiros, grande artista!!!

Texto de Jawhara.

"Houve uma época que as mulheres eram consideradas representantes terrenas das Deusas e Mensageiras que carregavam o mistério da vida dentro de ventre.
Vivendo em comunhão com a Natureza, elas possuíam compreensão atenta em particular das mudanças em seus corpos. Sabiam exatamente quando ovulavam e reconheciam os sinais que antecediam suas fases reprodutivas.
Em todos os aspectos suas vidas eram norteadas pela sensação de conexão como Universo, pela composição natural que as cercavam; céu, terra, água e ar, estações do ano e o respeito ao ritmo divino.
Tudo isso porque era uma cultura em que a conexão entre sexualidade, menstruação e nascimento era parte do conhecimento diário.

Declínio:

As antigas religiões femininas declinaram por volta de 3000 A.C em muitas culturas o matriarcado foi substituído pelo patriarcado. As deusas lunares foram relegadas completamente para a zona da escuridão e da magia e a era da mitologia solar começou e, com ela, a dominação da consciência masculina.
Com o declínio do prestígio espiritual feminino as mulheres pararam de executar os ritos religiosos. A mãe não era mais o eixo da família; o pai se tornou o centro de tudo.
As mulheres se tornaram parte da família masculina, e, portanto, sua propriedade.
A poligamia foi estabelecida como parte importante do sistema econômico no qual um homem precisava de muitas mãos para manter sua subsistência.
A história de Adão e Eva aparece no Judaísmo como demonstração de que a mulher é pecadora e seu pecado é o sexo.
A história afirma a separação do corpo e da alma, a qual o Cristianismo abraçou.
No século XIII Tomás de Aquino e Alberto Magno haviam promulgado sua crença de que mulheres eram capazes de travar relações com satã.
Nessas bases, a Inquisição identificou e condenou certas mulheres a serem queimadas vivas.
A submissão espiritual feminina foi então consumada e agora era completa.
Homens, por outro lado, permitiram a si mesmos completa liberdade sexual sob o sistema patriarcal.
O retorno
Toda a essência da mulher foi literalmente deletada era preciso reencontrar o passado. Depois de décadas, com a revolução feminista iniciou-se o retorno, dos sutiãs queimados em praça pública à ocupação de espaços considerados masculinos, décadas de uma guerra social surda e cruel se passaram.

Passado o furor gerado pela revolução feminista, nós, mulheres pós-modernas já não temos “tanta”preocupação com a inclusão social, o que preocupa é a angústia existencial.
Nós, mulheres, parimos tarde, passamos a fumar muito, beber exageradamente e a sofrer do coração. Assimilamos as piores características masculinas e nos tornamos liberais, esquecendo de nossas antigas raízes.

A dança do ventre é uma das formas de recuperar o rito feminino de consagração com o corpo, alma e espírito; encontrando a sua “Deusa” interior as mulheres encontram a si mesmas e esse auto-conhecimento nos leva de encontro com a nossas raízes, com nossa sensualidade e sexualidade trazendo de volta o direito da mulher em ser sensual e sexual.
O tantra da sensualidade, da dança está no mistério que a envolve, os movimentos sinuosos, as roupas, os véus, a maquiagem, a música, as velas, o queimar do incenso, o movimentos dos quadris, o olhar, gestos delicados e sensuais trazem uma explosão de sensações.
Tudo isso mexe com a libido das mulheres e dos homens.

Seus benefícios, tanto físicos como psicológicos, são comprovados.
Ativa a circulação sangüínea, melhora o funcionamento do aparelho digestivo, dos rins e dos órgãos sexuais. Proporciona a redescoberta do feminino, com todo o sensualismo que lhe é peculiar. A movimentação específica valoriza o corpo feminino e desenvolve muito a coordenação motora. Com isso a mulher adquire maior consciência corporal e desenvolve a sensibilidade para observar que seu corpo pode lhe proporcionar mais prazer.
Cada mulher precisa saber manifestar sua sexualidade e sensualidade de sua própria maneira e consciência; “A jornada do herói trata de viver o próprio destino e não aquele que a sociedade define.”
Vivenciar a dança é o reencontrar a verdadeira essência da mulher, a serpente tem uma simbologia muito interessante, ela vive trocando de pele, quando está se movendo está continuamente mudando sua forma e a cada ondulação ela troca sua imagem; uma cobra é um animal com mil formas e ainda assim é uma cobra, isso é vivenciar a dança, a deusa, a sensualidade.
Temos que estar sempre criando, mantendo e destruindo nossos pensamentos, nossos movimentos, nossa energia feminina, a energia da Grande Mãe e com isso transformando nossa dança do ventre em dança da deusa-mulher, do amor, da sensualidade, da sexualidade, da terra, da vida."


AMO a DANÇA!



Gratidão!

Gratidão!