segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Não espere...

 Não espere pela ofensa de quem ainda te não pode compreender para exercitares o perdão.
Reconcilia-te com a vida, com as leis que te regem, com os irmãos de edxperiência que seguem ao teu lado, cada dia...
Cessemos a produção da crítica envenenada, apaguemos os impulsos de destruição, emudeçamos a palavra amarga, afastemo-nos em definitivo, da injúria, da maldade, da ingratidão...
Não basta afirmativas labiais  de bondade.
Não valem promessas constantemente adiadas de apaziguamento e colaboração.
É indispensável, confiando a alma e coração á fraternidade...
Alguém nos desatende? Prossigamos servindo.
Há quem nos atire espinhos da indiferença? Avancemos no plantio do bem.
Se o clima social não nos favorece, saibamos favorecê-lo com a afirmação de nossos testemunhosa de trabalho incessante, no culto da consciência reta.
paguemos a fogueira do ódio em nossas manifestações verbalísticas e acendamos a luz da solidariedade para com todos, a fim de que o nosso seja útil na senda de nossos semelhantes.
O mundo está repleto de censores, de juízes gratuitos, de gênios da sombra, invaravelmente prontos a atacar e perturbar, de petroleiros da discórdia e da separação...
Sê tu quem auxilie, quem encoraje a esperança, quem aclare o caminho e quem estende sobre a vida o manto da paz, e terás brilhante a sobre ti a luz do Mestre Divino, que em se imolando, por amor, na cruz do sacrifício, reconcilio, reconcilio o transviado homem da terra com a Luz Celestial.

Médium:  Francisco Cândido Xavier
Livro: Trevo de Ideias

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Vire-se para dentro e medite

"Você possui apenas aquilo que não será perdido com a morte.
Faça uma única investigação: O quê, nesse momento, não será perdido com a morte?
Os teus desejos, as tuas ideias, os teus gostos, os teus desgostos, as tuas opiniões, as tuas sapiências, as tuas sabedorias, as tuas experiências, os teus amores, as tuas “experiências divinas”, os teus “satoris”... O que quer que seja, irá permanecer com a morte? Onde? Você só imagina!

Você pode até imaginar, mas não dá certo. Você possui apenas Aquilo que não será perdido com a morte. Tudo o mais é ilusão.
Mesmo o possuidor, porque ele também não será capaz de sobreviver o naufrágio final. Então encontre o que fica!
Vire-se para dentro e medite. Elimine tudo o que for vulnerável à morte.
Diga: Nem isso, nem aquilo. E vá fundo ao ponto onde nada mais permanece para ser eliminado. Isso é Iluminação!"

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Santa Barbara!!!

Ó Santa Bárbara, que és mais forte que as torres das fortalezas e a violência dos furacões,fazei com que os raios não me atinjam, os trovões não me assustem e o troar dos canhões não
me abalem a coragem e a bravura. Fica sempre a meu lado para que eu possa enfrentar, de
fronte erguida e rosto sereno, todas as tempestades e batalhas de minha vida, principalmente
 a de (fazer o pedído), para que, vencedor de todas as lutas, com a consciência do dever
cumprido, possa agradecer a vós, minha protetora, e render Graças a Deus, críador do céu,
da terra e da natureza e que tem poder de dominar o furor das tempestades e abrandar a
crueldade das guerras. Santa Bárbara, rogai por nós.



quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A Cruz!

"...Quem não toma para si a própria cruz não pode se oferecer a Deus. Certo dia um senhor de mais ou menos 40 anos de idade me disse que nada na vida estava dando certo para ele. Perguntei-lhe sobre seu avô e ele contou que o avô era um homem muito bem sucedido no Nordeste do país, mas suas empresas já haviam falido e se reconstituído diversas vezes. Entendi que este senhor, sem perceber, estava carregando a cruz do avô.
Todos nós costumamos carregar cruzes que não são nossas. Por exemplo, uma mãe que sofre porque depois de ter dado tudo o que podia à filha esta resolve ser cozinheira, está carregando uma cruz que não lhe pertence, e não entendeu que a vida da filha também não lhe pertence, nem que a filha fará o que quiser da sua própria vida.
Das cruzes que carregamos, qual será realmente a nossa? Se carregássemos apenas a nossa cruz poderíamos entender o que Jesus quis dizer quando afirmou que a sua cruz é leve, e o seu fardo é suave. Cada um é capaz de tranquilamente carregar a própria cruz e este é o primeiro convite deste Evangelho. Larguemos as cruzes dos outros!
Quando Jesus nos convidou a largar pai, mãe, irmão, irmã, e tudo o mais, foi para dizer que o que não nos pertence torna-se cruz que não deve ser carregada por nós. Quanto mais quisermos carregar a cruz do outro, mais possessivos nos tornaremos e não o deixaremos viver.
Em nossos relacionamentos o que mais frequentemente pode ser observado é a tentativa de impedirmos uns aos outros de viverem a própria vida e de resolverem seus problemas ao nos intrometermos na vida deles. Acreditamos que sabemos o que é bom para eles e quando não fazem o que achamos que deveriam ter feito, sofremos muito. Não entendemos que esta não é a nossa cruz, mas a nossa burrice.
Deixemos que cada um resolva o seu problema  livremente, que cuide da sua própria vida e que resolva suas situações. Se por acaso alguém nos pedir para que atuemos como o Cireneu, para ajudá-lo a caminhar, que o ajudemos sem ultrapassar a medida de ajudantes. O Cireneu não carregou a cruz de Jesus, ele ofereceu um pequeno apoio para que Jesus a carregasse..."

Fonte: http://blogdofreivicente.com.br/

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Filhos

Não concordo quando se liga filhos não gerados no ventre, a filhos do coração. Uma vez que ÚTERO e CORAÇÃO não Validam Sentimentos, o que valida sentimento é o sentir e isso não tem forma ou lugar.



terça-feira, 11 de novembro de 2014

Oração

"A oração nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suportá-lo.
Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, a fim de resolvê-los com segurança.
Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-los como são.
Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.
Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se, através de influências obsessivas.

Não nos alivia da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para a extensão do mal.
Não nos isenta da incompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância para que a sombra do desequilíbrio não nos atinja o coração.
Nem sempre nos evitará os obstáculos e as provações do caminho que nos experimentem por fora, mas sempre nos garantirá a tranqüilidade, por dentro de nós, induzindo-nos a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida, Deus nos faz sempre o melhor."


Francisco C. Xavier

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Exercício Diário


"E o meu exercício diário continua sendo decifrar as questões que a vida me dá. É quase um malabarismo, onde manter a lucidez é imprescindível. Então vasculho todos os espaços existentes em mim, E percebo que não preciso ter todas as respostas, basta não me fazer de desentendida e aceitar todas as perguntas. O maior erro do ser humano não é o vacilo que muitas vezes comete, mas se submeter a cegueira para obter somente a resposta que lhe interessa!"
Fernanda Gaona

Gratidão!

Gratidão!