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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Era uma vez...

Era uma vez um escritor que morava em uma tranqüila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar.

Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.

"Você não vê! --explicou o jovem-- A maré está baixa e o sol está brilhando.

Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se.
"Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia.
Que diferença faz?
Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
"Para essa aqui eu fiz a diferença..".
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.
Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor.
Sejamos a diferença!


Por Renata Ferraz

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O fogo, a água e a oportunidade se encontraram...

(Fim de semana de chuva, aqui em Recife, e hoje ainda chove...)
"- De onde vocês são? 
E o fogo respondeu: 
-Eu estou nas guerras, nos vulcões nas grandes queimadas...Ah!...Estou até no palito de fósforo.
 A Água respondeu: - Eu estou nos grandes mares, estou numa gotinha; Ah!!!...Estou numa lágrima...
-E você OPORTUNIDADE?
Perguntaram eles:
-Bom, eu também estou em vários lugares:
- Na vida de um advogado, em um poeta, ou alguém que prega ou aceita o evangelho, mas só tem uma coisa: Disse novamente a OPORTUNIDADE:
-É que as vezes eu passo e nunca mais eu volto."
(A.A)


Vamos aproveitar as oportunidades que a vida nos apresenta pois elas são únicas!

domingo, 1 de julho de 2012

A lenda das borboletas.

"Isso aconteceu quando Jesus ainda era menino.
Um dia, ele saiu bem cedo para apanhar água no bosque.
Era primavera e o bosque estava coberto de flores: margaridas do campo, jasmim, madressilvas, miosótis...
Jesus parou para admirar o colorido das flores quando a brisa soprou mais forte. E o sopro da brisa carregou várias florezinhas que, despetaladas, caíram aqui e ali. Algumas bem próximas de Jesus.
Os olhos do menino encheram – se de lágrimas. Ele pensava: daqui a pouco, elas murcham e nunca mais enfeitam o bosque.
Então Ele abaixou – se e, delicadamente, foi erguendo as pétalas e soprando – as de leve para o alto.
Ao sopro mágico, as pétalas foram se transformando em aveludadas e coloridas asas, que saíram a bailar entre as ramagens, beijando as plantas em que haviam nascido.

E foi assim que surgiram as borboletas...."

 “Gosto de borboletas. Me fazem lembrar que tudo se transforma. SEMPRE...”
(Vanessa Leonardi)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A Borboleta

 Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo, um homem sentou e observou a borboleta por muito tempo conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso.

Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia ir mais longe.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta, ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. 
A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e  tinha as asas amassadas. 0 homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo.

Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. 0 que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário da borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo ".
(A.A)


Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. 
Se passássemos através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, 
Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido e ser.

"Nós nunca poderíamos voar."
Que as energias solares queimem resíduos de energias que não nos serve mais!
Desejo a todos:
Belos vôos!!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

As diferenças.

Conta a lenda que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O pássaro insistiu para que houvesse aulas de voo.
O esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental.
E o coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito. Incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro.
Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O coelho foi magnífico na corrida. Ninguém corria como ele.Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram:
“Voa, Coelho”. Ele saltou lá de cima e pluft… coitadinho! Quebrou as pernas. Ele não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.
SABE DE UMA COISA?!

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por Deus. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram e no final elas poderão não ser o que queríamos que fossem…
E, pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

RESPEITAR AS DIFERENÇAS É AMAR AS PESSOAS COMO ELAS SÃO!
Por Karla Precioso

Beijinhos Respeitosos!!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Halcyone

15 de Dezembro, Dia de Halcyone, a linda mortal que, por amor a um pescador, foi transformada no alcião, uma ave aquática. Seu nome foi dado à maior estrela da constelação das Plêiades.

No mito grego, as Plêiades ou Vergílias, eram as sete filhas da ninfa Pleione: Alcyone, Calaeno, Electra, Maia, Merope, Asterope e Taygete. Nascida na Arcádia, elas acompanhavam a deusa Ártemis em suas caçadas, até que a deusa transformou-se na constelação das Plêiades.
Segundo a lenda, deste dia até o sétimo após o solstício de inverno, a energia mágica do alcião contribuía para que o tempo transcorresse calmo e tranqüilo, já que o alcião fazia seu ninho no mar e acalmava o vento e as ondas com seu canto.

As Plêiades são um grupo de sete estrelas, também chamadas de Sete Irmãs, facilmente reconhecíveis no céu. Sua aparição e desaparecimento coincidem com importantes fases climáticas, mudanças das estações e ritmos naturais. Por isso, desde a antigüidade, as Plêiades serviram como ponto de referência para o cálculo dos calendários, marcação das celebrações, início ou fim das colheitas, fases propícias para caça, pesca ou plantio, festas e festivais.

Na antiga Mesopotâmia, as Sete Irmãs eram reverenciadas sob o nome de Kimah ou Aysh; na Índia eram as Krittikas e nas tribos norte-americanas, simplesmente as Sete Irmãs. Nas lendas dos índios do Alto Amazonas, conta-se que Ceiuci, uma das Plêiades, veio para a Terra e criou todas as espécies de animais.
Na lenda dos tupi-guaranis, conta-se que Temiona, a criadora da vida, gerou uma filha, que tornou-se a constelação das Plêiades e um filho, que transformou-se na Estela Orion.
Fonte:Teia de Thea
Pintura: Alcíone (detalhe), de Herbert James Draper
(1863-1920), Inglês Pré-Rafaelita pintor

Dia Feliz!
Beijinhos Mágicos e Iluminados!!!

domingo, 11 de dezembro de 2011

O Amor...

"É difícil para os indecisos.
É assustador para os medrosos.
Avassalador para os apaixonados!
Mas, os vencedores no amor são os fortes.
Os que sabem o que querem e querem o que têm!
Sonhar um sonho a dois,
e nunca desistir da busca de ser feliz,
é para poucos!!"

P:s: Dia consagrado à deusa celta Arianrhod, a Rainha da Neve, senhora da Lua e da magia, guardiã da Roda de Prata, cuja morada celeste era na constelação de Corona Borealis.

Segundo uma das lendas, Arianrhod era uma pálida e linda mulher, filha preferida de deusa galesa Don, vivendo em seu castelo Caer Ariarnhod em uma ilha isolada.
Ela se apresentava de forma dupla, como virgem e como mãe, padroeira da Lua, da noite, do amor, da sexualidade, da magia, da justiça e do destino.

Fonte: Mundo da Mi.

Beijinhos Lunares e Iluminados!!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Dama do Lago

A Dama do Lago é a mais importante sacerdotisa de Avalon. É a fada das antigas lendas européias. É também chamada de Viviane.

Na mitologia pré-cristã, de origem celta, Viviane é filha de Diana, a deusa dos Bosques, e irmã de Igraine, mãe de Morgana e Arthur.

Segundo a tradição de Gales, a Dama do Lago tinha como missão proteger e entregar ao rei Arthur a espada mágica, Excalibur. E ela o faz junto com Merlin e Morgana num ritual em que Arthur jura respeitar tanto os cultos católicos como os de Avalon, quando se tornasse Rei.

Para os gauleses, os lagos eram divindades ou moradas dos deuses. Ouro e prata eram jogados nas suas águas. Eram considerados como palácios subterrâneos de diamantes, jóias, cristais e de onde surgiam as fadas, as feiticeiras, as ninfas e sereias. Mas os lagos também atraíam os humanos igualmente para a morte pois sentiam-se enfeitiçados.

Conta a lenda, que Viviane teve um romance com o mago Merlin por conta de uma promessa. A Dama do Lago entregaria seu amor ao mago se este lhe ensinasse seus segredos de magia. Em posse dos segredos, Viviane aproveitou esse conhecimento para aprisionar o Mago numa gruta. Merlin já havia visto seu próprio destino mas não conseguiu evitá-lo. Apesar disso, viveu feliz na companhia da mulher amada..."

por Cecile Az


Pintura de ARTHUR BRAGINSKY , nasceu em Mukachevo (Ukrânia) em 1965 e graduou-se na Escola de Arte de Mukachevo em 1982 . Posteriormente estudou no Instituto Poligráfico de Fedorov . Trabalhou no Teatro Dramático Russo como decorador . Atualmente vive na Ukrânia e já expôs em vários países, como Alemanha, Hungria, França, Áustria e Bulgária.

Força e Sabedoria!


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Bem-te-vi

Em praticamente todas as escolas esotéricas , as aves apresentam significados simbólicos importantes.
Para a tradição hindu, elas representam estados superiores do ser. No Egito, o falcão simbolizava o deus Hórus, e a íbis, o deus Thot.
O pássaro, como todo ser alado, é emblema da espiritualidade e da alma humana.
Nas escolas místicas representam, também, hierarquias angelicais, espíritos ou forças espirituais, geralmente destinadas a auxiliar o homem.

Na alquimia os pássaros simbolizam as energias em atividade; voando em direção ao céu, expressam a fase alquímica da sublimação e a volatização; descendo para a terra, a fase da condensação e precipitação; os dois símbolos unidos numa mesma figura representam o processo de destilação.


Os pássaros, por sua capacidade de viver na terra e nos ares, apresentam também um outro significado simbólico de tipo universal: são considerados "mensageiros dos deuses", intermediários capazes de estabelecer uma ponte entre o céu e a terra.
Era uma Vez...
Lenda do Bem-te-vi: A Princesa Asteca
Há milhares de anos atrás vivia , na América Central , uma linda princesa asteca . Segundo a lenda nenhuma criatura poderia vê- la nua tomando banho , pois se isto acontecesse seria o fim daquele império .
Sempre quando ela ia banhar – se nos rios , a feiticeira da tribo ia afastando todos os animais de perto . Porém havia um pássaro cujo sonho era ver a princesa despida e sempre era difícil para a bruxa retirar aquela ave da floresta .
Um certo dia , este animal escondeu – se numa árvore de um jeito que a feiticeira não percebesse . Quando a princesa despiu – se e entrou na água , o bicho saiu do esconderijo e gritou:
- Bem – te- vi !
- Bem – te- vi !
Um dia depois os invasores espanhóis massacraram o império asteca .
Fonte: Xamanismo.com.br

terça-feira, 26 de julho de 2011

Beija-Flor!


Existiam duas tribos morando à beira de um rio: uma tribo maior e uma tribo menor.

A tribo menor plantava e pescava com muito afinco e, com isso,começou a ter mais peixe e maior abundância de alimentos. Isto gerou inveja na outra tribo, que começou a hostilizar seus vizinhos, primeiro com palavras, depois com gestos e por fim declararam guerra àqueles que, mesmo em menor número, eram mais trabalhadores e eficientes.Indiferente a estas questões, dois jovens se enamoraram, porém cada qual pertencia a uma tribo.

O rapaz pertencia à tribo menor e a jovem à tribo maior. Apesar da guerra, os dois se encontravam às escondidas, mas um dia os guerreiros da tribo da jovem a seguiram e os encontraram namorando. Depois de espancar o rapaz e pensando que ele já estivesse morto levaram a jovem de volta à tribo.
O Conselho dos Anciãos foi convocado para o julgamento da pobre jovem. A acusação era de traição, já que as tribos estavam em guerra e eles acreditavam que ela passava segredos para a outra tribo. A sentença era de morte, mas por ela ser muito jovem e bela, convocaram os Xamãs que resolveram transformá-la numa flor.

O rapaz, socorrido por seus guerreiros, sobreviveu ao espancamento e, tão logo se recuperou passou a procurar desesperadamente pela sua amada. Ele chamou os anciãos e anunciou que iria até a outra tribo em busca de seu amor. Eles não permitiram tremenda loucura e tentaram, de toda forma, impedi-lo.

Afirmaram que na sua tribo existiam lindas moças que poderiam ser boa esposa e dar-lhe filhos fortes e saudáveis. O rapaz estava irredutível e os anciãos, vendo tamanha decisão e tristeza do jovem, chamaram os xamãs para ajudá-los. Depois de muito pensar e sabendo que a jovem amada tinha sido transformada em flor decidiram transformá-lo em Beija-Flor.

Segundo a lenda, é por isto que o Beija-Flor vai de flor em flor, sempre tentando achar a sua amada.Em toda lenda indígena existe uma moral que os mais velhos ensinam aos mais novos e esta é que nunca se deve desistir do seu objetivo.
(A.A)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Vitória Régia

Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas.

Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.

E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe.

Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da Lua. A pobre moça, imaginando que a Lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.

A Lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia.

Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.


Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

Fonte: Livro Arte e Educação - Cultura

Imagens: Google


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Loucura!


A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram.
Após o café, a Loucura propôs:

- Vamos brincar de esconde-esconde?

- Esconde-esconde? O que é isso? - perguntou a Curiosidade.
- Esconde- esconde é uma brincadeira.
Eu conto até cem e vocês se escondem.
Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.

-1,2,3,... - a Loucura começou a contar.

A Pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu- se na copa de uma árvore.
A Alegria correu para o meio do jardim.
Já a Tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele de baixo de uma pedra.
A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo.
O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.

- Cem - gritou a Loucura.

- Vou começar a procurar.

A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar.
Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar para melhor se esconder.
E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez...

Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou:
- Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto..
A Loucura começou a procurá-lo.
Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer.
Procurando por todos os lados, a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito.

Era o Amor, gritando por Ter furado o olho com um espinho !
A Loucura não sabia o que fazer.

Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu segui- lo para sempre.

O Amor aceitou as desculpas..

Hoje, o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre!
(A.A)

Tenham um Dia Iluminado!!!



Gratidão!

Gratidão!